É incrível como de repente uma mudança tão grande aconteceu. Esperei por esse momento há tempos. Sempre estive indignada com os milhares de gastos sem transparência, a falta de investimento em educação, saúde, transportes e todos os serviços públicos. Para onde nossos impostos absurdos iam?
Agora o gigante não simplesmente acordou, fomos acordados e com um despertador bem barulhento que revolta qualquer um. E que tal milhares? Pois é, milhares de pessoas na rua de todo o Brasil protestando contra tudo que há de errado nesse país.
No começo, muitos pensaram que eram apenas por 20 centavos, mas quando são gastos milhões em estádios e não vemos o mesmo no que realmente é a prioridade, os 20 centavos passam a ser só a gota d'água, e o copo encheu completamente até começar a derramar.
Vemos ainda barbaridades ditas por Ronaldo, que, apesar de serem feitas em 2011, foram ditas, além daquelas ditas por Pelé. Pelo visto, eles esqueceram que já andaram de transporte público, necessitaram de um hospital público. Eles se esqueceram que são brasileiros, antes de ex-jogadores de futebol e que deveriam estar com o povo. Enfim, perderam o respeito.
Ainda tivemos a absurda e truculenta ação da polícia, que provocou ainda mais a revolta popular, e contrariando o que eles pretendiam, aumentou o número de pessoas nas ruas, que muitas vezes estavam lá pela solidariedade depois de ver os horrores na televisão.
E infelizmente, os vândalos descem às ruas para depredar e causar pânico nos manifestantes. Arrisco-me até a dizer que alguns deles são infiltrados, filhos de políticos, policiais, tudo para enfraquecer o protesto que começou bonito e pacífico. Outros são apenas baderneiros, que adoram um caos e causar pânico nas pessoas. Lamento todo esse estrago no patrimônio público e em comércios saqueados. O intuito era de reivindicação para melhorias no país, mas tudo pacífico e apartidário.
Aproveitando os dias cheios, Marco Feliciano aproveita para por em pauta a tal cura gay, e me diz que cura? Precisamos da cura da ignorância, ele precisa. Não há o que curar quando não se tem doença. Como uma pessoa dessas pode fazer parte da Comissão dos Direitos Humanos? Cadê os direitos humanos aí?
Muitos pedem o impeachment da Dilma, mas não veem quem a sucede. Também não acredito que esta seja a solução, afinal, temos que esperar para ver qual serão suas ações depois de todos esses protestos, e ela não está sendo pior que o Lula. Não gosto dela (nem do Lula), mas ela foi escolhida como presidente e deve ter algum crédito. Agora, é ter consciência e saber votar, apesar de não termos boas escolhas.
Ainda temos que protestar contra PEC 37, que pretende tirar o poder de investigação criminal dos Ministérios Públicos Estaduais e Federal. No mundo todo apenas 3 países proíbem a investigação do MP : Quênia, Indonésia e Uganda. Não podemos deixar isso acontecer em nosso país.
Copa do Mundo não deve ser sediada por um país que não tem qualidade em seus serviços públicos. Agora que já foram gastos milhões queremos prestações de contas. Queremos qualidade de serviços e não aguentamos mais roubalheiras. Chega de corrupção.
VEM PRA RUA!
terça-feira, 25 de junho de 2013
sábado, 22 de junho de 2013
Hora marcada
Horário, por que quase ninguém consegue cumprir?
É tão chato você marcar algo com alguém em certa hora e atrasar, e ainda pior, deixar a pessoa te esperando.
Outro dia, marquei com uma amiga um encontro numa rua perto de sua casa. Ela mora em um bairro que não conheço muito bem, mas como era perto da casa dela e nós iríamos ao shopping próximo, eu topei. Se tivesse Olimpíadas para chegar atrasado, ela certamente seria medalhista de ouro.
Ela só precisava descer a rua, por isso não me preocupei tanto. De qualquer forma, quando já estava perto, liguei e avisei que estava chegando. Fiquei superpreocupada porque desci no ponto errado e achei que ela já estivesse me esperando há tempos. Que nada! Cheguei lá, e quem teve que esperar quinze minutos fui eu. Quase desisti e voltei para casa.
Já que não gosto de esperar, também não faço ninguém me esperar. Se programo algo em tal horário, começo a me arrumar com bastante antecedência para dar tempo de ficar pronta. Gosto de pontualidade britânica! (Sou bem chata com horário)
Um fato que nunca entendi foi marcar hora no médico e, se você atrasa, perde a vez, se o médico atrasa, quem espera é você.
Esta semana fui à médica e cheguei lá na hora marcada, 16h15. Já cheguei lá sabendo que teria que esperar, mas nunca aguento. Vi a sessão da tarde inteira, que, como sempre, nos surpreende com a quantidade de filmes inéditos que eles (não) têm. O pior foi que toda hora chegava um representante de vendas, e quem se importa com a quantidade de pacientes que estão na sala de espera? Conclusão, quase duas horas depois fui atendida. Só não ataquei a médica porque estou tentando colocar mais a minha paciência em prática.
Essa história de marcar hora não serve para nada, se você não cumpre com o horário marcado, então por que ainda combinamos horários?
Ihhh!!! Deixem-me ir porque estou atrasada!
É tão chato você marcar algo com alguém em certa hora e atrasar, e ainda pior, deixar a pessoa te esperando.
Outro dia, marquei com uma amiga um encontro numa rua perto de sua casa. Ela mora em um bairro que não conheço muito bem, mas como era perto da casa dela e nós iríamos ao shopping próximo, eu topei. Se tivesse Olimpíadas para chegar atrasado, ela certamente seria medalhista de ouro.
Ela só precisava descer a rua, por isso não me preocupei tanto. De qualquer forma, quando já estava perto, liguei e avisei que estava chegando. Fiquei superpreocupada porque desci no ponto errado e achei que ela já estivesse me esperando há tempos. Que nada! Cheguei lá, e quem teve que esperar quinze minutos fui eu. Quase desisti e voltei para casa.
Já que não gosto de esperar, também não faço ninguém me esperar. Se programo algo em tal horário, começo a me arrumar com bastante antecedência para dar tempo de ficar pronta. Gosto de pontualidade britânica! (Sou bem chata com horário)
Um fato que nunca entendi foi marcar hora no médico e, se você atrasa, perde a vez, se o médico atrasa, quem espera é você.
Esta semana fui à médica e cheguei lá na hora marcada, 16h15. Já cheguei lá sabendo que teria que esperar, mas nunca aguento. Vi a sessão da tarde inteira, que, como sempre, nos surpreende com a quantidade de filmes inéditos que eles (não) têm. O pior foi que toda hora chegava um representante de vendas, e quem se importa com a quantidade de pacientes que estão na sala de espera? Conclusão, quase duas horas depois fui atendida. Só não ataquei a médica porque estou tentando colocar mais a minha paciência em prática.
Essa história de marcar hora não serve para nada, se você não cumpre com o horário marcado, então por que ainda combinamos horários?
Ihhh!!! Deixem-me ir porque estou atrasada!
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Meu primeiro emprego
Esta semana minha vida deu uma guinada de 360° graus, e digo isso porque voltei ao mesmo lugar.
Como vou recomeçar a faculdade no segundo semestre, tenho procurado emprego para preencher o meu dia e ter uma graninha extra, mas a princípio não queria trabalhar em loja, e quase entrei numa fria ao pensar em ser corretora. Com a dificuldade de arrumar algo, acabei cedendo e fui ao shopping colocar meu currículo nas lojas, e logo encontrei uma que estava precisando desesperadamente de vendedores (daí, fui contratada...).
Não era loja de roupas porque acho muito cansativo, era uma de presentes, e neste mês do Dia dos Namorados, a oportunidade me pareceu perfeita. Fiz a entrevista e gostei da política dos vendedores se ajudarem e não ter aquela disputa de cada um por si.
No meu primeiro dia, segunda-feira, confesso que tremi na base porque era muita coisa para aprender, cada hora via algo que nem sabia da existência, como por exemplo, uma lupa, uma luminária, uma caneta, uma caneta touch screen, tudo isso num quadrado de menos de dez cm (que loucura!). Achar as coisas no estoque? Até agora não lembro da maior parte e onde fica o quê.
Pois, então, depois que peguei o jeito, vender foi o mais fácil de tudo. Agora, ficar seis horas em pé era algo que eu não aguentava, e comecei a sentir dores na coluna.
No quarto dia resolvi ir ao médico. Depois de um raio-x e uma consulta, a conclusão:
- Você tem um problema genético...
-Obrigada, mãe (e pai, que não estava presente no consultório).
- Enfim, esse problema será para o resto da sua vida. Vou te passar um anti-inflamatório e novalgina para quando tiver dor.
-Que bom! Mais um remédio para a minha coleção. E quando eu estiver com 50 anos?
- Aí a dor será mais recorrente.
- Socorro, mãe!! E com 80? Estarei desmontada?
- Calma, menina! Faça RPG, e quem sabe nessa época já tenham inventado alguma terapia para amenizar essa dor.
Não, não basta meu pé torto, que sinto uma dor tremenda na perna quando ando muito, agora a coluna? Fisioterapeutas do futuro, ajudem-me a sobreviver neste mundo!
Retornando ao meu novo emprego, ainda tem o fato de ser baixa (sou quase a Xuxa, a Rainha dos Baixinhos, só que no caso, uma das baixinhas), e como tudo naquela loja fica no alto, então lá vou eu...
Superei meu medo de altura e subi em escadas várias vezes para pegar as coisas. Imagine a situação de uma baixinha de pé torto com dor na coluna (e bem desastrada), subindo a escada, tremendo de medo para pegar algo que estava fora do alcance, às vezes, até mesmo a escada. Já deu para ver que o meu novo trampo não duraria muito, né?
No último sábado, foi o dia que pedi demissão por não aguentar esses tais problemas e, principalmente, o de minha coluna. Infelizmente não poderei trabalhar em loja e nenhum lugar que tenha que ficar muito tempo em pé.
Minha coluna não suporta, e minha saúde agradece. Estou novamente disponível no mercado, só que ainda mais limitada.
Consegui bater um recorde, o de menos tempo trabalhando. Acho que vou ligar para o Guiness Book. Foram cinco dias, mas aprendi que sou uma pessoa paciente, de verdade (não tenho muita para coisa errada, mas em geral, sou paciente).
E o mais legal disso tudo é que a blusa com que fui no meu primeiro dia de trabalho foi a que escolhi (coincidentemente) para o meu dia de demissão. Tá, não foi, assim, o mais legal... Ok, nem foi legal, porque essa blusa ficará marcada, acho que não a usarei mais. Alguém quer?
Como vou recomeçar a faculdade no segundo semestre, tenho procurado emprego para preencher o meu dia e ter uma graninha extra, mas a princípio não queria trabalhar em loja, e quase entrei numa fria ao pensar em ser corretora. Com a dificuldade de arrumar algo, acabei cedendo e fui ao shopping colocar meu currículo nas lojas, e logo encontrei uma que estava precisando desesperadamente de vendedores (daí, fui contratada...).
Não era loja de roupas porque acho muito cansativo, era uma de presentes, e neste mês do Dia dos Namorados, a oportunidade me pareceu perfeita. Fiz a entrevista e gostei da política dos vendedores se ajudarem e não ter aquela disputa de cada um por si.
No meu primeiro dia, segunda-feira, confesso que tremi na base porque era muita coisa para aprender, cada hora via algo que nem sabia da existência, como por exemplo, uma lupa, uma luminária, uma caneta, uma caneta touch screen, tudo isso num quadrado de menos de dez cm (que loucura!). Achar as coisas no estoque? Até agora não lembro da maior parte e onde fica o quê.
Pois, então, depois que peguei o jeito, vender foi o mais fácil de tudo. Agora, ficar seis horas em pé era algo que eu não aguentava, e comecei a sentir dores na coluna.
No quarto dia resolvi ir ao médico. Depois de um raio-x e uma consulta, a conclusão:
- Você tem um problema genético...
-Obrigada, mãe (e pai, que não estava presente no consultório).
- Enfim, esse problema será para o resto da sua vida. Vou te passar um anti-inflamatório e novalgina para quando tiver dor.
-Que bom! Mais um remédio para a minha coleção. E quando eu estiver com 50 anos?
- Aí a dor será mais recorrente.
- Socorro, mãe!! E com 80? Estarei desmontada?
- Calma, menina! Faça RPG, e quem sabe nessa época já tenham inventado alguma terapia para amenizar essa dor.
Não, não basta meu pé torto, que sinto uma dor tremenda na perna quando ando muito, agora a coluna? Fisioterapeutas do futuro, ajudem-me a sobreviver neste mundo!
Retornando ao meu novo emprego, ainda tem o fato de ser baixa (sou quase a Xuxa, a Rainha dos Baixinhos, só que no caso, uma das baixinhas), e como tudo naquela loja fica no alto, então lá vou eu...
Superei meu medo de altura e subi em escadas várias vezes para pegar as coisas. Imagine a situação de uma baixinha de pé torto com dor na coluna (e bem desastrada), subindo a escada, tremendo de medo para pegar algo que estava fora do alcance, às vezes, até mesmo a escada. Já deu para ver que o meu novo trampo não duraria muito, né?
No último sábado, foi o dia que pedi demissão por não aguentar esses tais problemas e, principalmente, o de minha coluna. Infelizmente não poderei trabalhar em loja e nenhum lugar que tenha que ficar muito tempo em pé.
Minha coluna não suporta, e minha saúde agradece. Estou novamente disponível no mercado, só que ainda mais limitada.
Consegui bater um recorde, o de menos tempo trabalhando. Acho que vou ligar para o Guiness Book. Foram cinco dias, mas aprendi que sou uma pessoa paciente, de verdade (não tenho muita para coisa errada, mas em geral, sou paciente).
E o mais legal disso tudo é que a blusa com que fui no meu primeiro dia de trabalho foi a que escolhi (coincidentemente) para o meu dia de demissão. Tá, não foi, assim, o mais legal... Ok, nem foi legal, porque essa blusa ficará marcada, acho que não a usarei mais. Alguém quer?
quarta-feira, 5 de junho de 2013
The book isn't on the table
Desde que me entendo por gente tenho um bloqueio com o idioma inglês, parece que não entra na minha cabeça. Lembro de quando era criança e todos na escolinha ficavam ansiosos para receber suas notas altas nas provas e se gabavam de seus conhecimentos, mas eu não, estava sempre escondendo a minha prova, já que tirava notas medianas.
Imagina, agora, na Copa do Mundo e nas Olimpíadas? Todos estarão nas ruas falando em inglês. Provavelmente, até os bandidos irão aprender para assaltar em dólar. E eu? Bem, terei alguns probleminhas de ordem técnica, mas nada que uma boa mímica não resolva.
Lembro de uma cena grotesca, quando fui a Israel em 2009, e minhas amigas e eu não entendíamos o garçom que nos tentava dizer o prato do dia de um restaurante local. Ele, já sem paciência, tentava pronunciar “beef”, mas por causa do nosso péssimo inglês, ele usou a criatividade: simulou um chifre em sua cabeça e fez “muuu....”. Deu certo!
Frequento cursos há uns dez anos e o curioso é que não aprendo. Durante as aulas, como sou obrigada a falar em inglês, uso meu “portuglês”.
Não é que não entenda completamente, eu até entendo quando falam comigo, desde que não seja muito rápido. Agora, falar e escrever, a história é outra.
Atualmente estou num curso muito bom. Resolvi me matricular à noite, um módulo só para adultos, uma vez que sempre ficava na turma de crianças, graças ao meu pequeno atraso na língua.
Ano passado estava fazendo uma prova oral em dupla com uma amiga, e geralmente me dou pior na prova oral do que na escrita, pois fico bastante nervosa, chego até a suar frio. Enfim, esqueci como dizer "quanto é?" em inglês:
Minha amiga começou o diálogo:
- Can I help you?
-....
Então, a professora mandou repetir.
- Can I help you?
- No, thanks! I'm just looking
A professora me olhou com cara “de vou te dar zero” e mandou repetir pela terceira vez.
-Can I help you?
E eu soltei:
- What is this price?
(??????)
Gente, de onde saiu esta frase? Não lembrei do "How Much" de jeito nenhum.
Na hora da prova escrita, na redação, quando ia citar o mês de janeiro, que é verão no Brasil, cadê de lembrar que verão era "summer"? Fiquei um tempão tentando, até que mudei o mês para abril e a estação para outono...
Tenho pequenos brancos... Tá, tá... grandes brancos... e minha brilhante criatividade foi posta à prova ( só que ao contrário). Mas o idioma inglês continua sendo um “calo no meu pé”, ou melhor, na minha língua. Então o melhor a fazer é estudar porque não está easy para ninguém...
Imagina, agora, na Copa do Mundo e nas Olimpíadas? Todos estarão nas ruas falando em inglês. Provavelmente, até os bandidos irão aprender para assaltar em dólar. E eu? Bem, terei alguns probleminhas de ordem técnica, mas nada que uma boa mímica não resolva.
Lembro de uma cena grotesca, quando fui a Israel em 2009, e minhas amigas e eu não entendíamos o garçom que nos tentava dizer o prato do dia de um restaurante local. Ele, já sem paciência, tentava pronunciar “beef”, mas por causa do nosso péssimo inglês, ele usou a criatividade: simulou um chifre em sua cabeça e fez “muuu....”. Deu certo!
Frequento cursos há uns dez anos e o curioso é que não aprendo. Durante as aulas, como sou obrigada a falar em inglês, uso meu “portuglês”.
Não é que não entenda completamente, eu até entendo quando falam comigo, desde que não seja muito rápido. Agora, falar e escrever, a história é outra.
Atualmente estou num curso muito bom. Resolvi me matricular à noite, um módulo só para adultos, uma vez que sempre ficava na turma de crianças, graças ao meu pequeno atraso na língua.
Ano passado estava fazendo uma prova oral em dupla com uma amiga, e geralmente me dou pior na prova oral do que na escrita, pois fico bastante nervosa, chego até a suar frio. Enfim, esqueci como dizer "quanto é?" em inglês:
Minha amiga começou o diálogo:
- Can I help you?
-....
Então, a professora mandou repetir.
- Can I help you?
- No, thanks! I'm just looking
A professora me olhou com cara “de vou te dar zero” e mandou repetir pela terceira vez.
-Can I help you?
E eu soltei:
- What is this price?
(??????)
Gente, de onde saiu esta frase? Não lembrei do "How Much" de jeito nenhum.
Na hora da prova escrita, na redação, quando ia citar o mês de janeiro, que é verão no Brasil, cadê de lembrar que verão era "summer"? Fiquei um tempão tentando, até que mudei o mês para abril e a estação para outono...
Tenho pequenos brancos... Tá, tá... grandes brancos... e minha brilhante criatividade foi posta à prova ( só que ao contrário). Mas o idioma inglês continua sendo um “calo no meu pé”, ou melhor, na minha língua. Então o melhor a fazer é estudar porque não está easy para ninguém...
sábado, 1 de junho de 2013
Casamento Gay
A permissão do casamento gay está causando muita discussão no mundo. Cada um deve ter o direito de escolha sobre sua vida, a chamada liberdade.
Muita gente diz que não sabe o que irá falar para seus filhos. É bem simples:
- Mãe, o que é isso?
- Isso, filho, é amor. É o que eu e seu pai sentimos um pelo outro.
- Mas é diferente.
- Filho, amor vem de várias maneiras, mas é o mesmo sentimento, e não devemos ter preconceito.
- O que é preconceito?
- É um sentimento muito ruim, meu filho. É uma aversão que você sente por outra pessoa sem nem conhece-la. É julgá-la sem saber nada sobre ela. Mesmo você não tendo o mesmo gosto nem opinião que outra pessoa, sempre deve respeitá-la.
É exatamente isso, o amor é diferente em intensidade, tipos, religiões, porém é o mesmo sentimento compartilhado. E devemos respeito a todos, mesmo não compartilhando das mesmas opiniões. Somos todos diferentes e é isso que nos fazem ser seres humanos, podemos raciocinar, portanto use o cérebro junto com o coração e não julgue a escolha alheia!
Muita gente diz que não sabe o que irá falar para seus filhos. É bem simples:
- Mãe, o que é isso?
- Isso, filho, é amor. É o que eu e seu pai sentimos um pelo outro.
- Mas é diferente.
- Filho, amor vem de várias maneiras, mas é o mesmo sentimento, e não devemos ter preconceito.
- O que é preconceito?
- É um sentimento muito ruim, meu filho. É uma aversão que você sente por outra pessoa sem nem conhece-la. É julgá-la sem saber nada sobre ela. Mesmo você não tendo o mesmo gosto nem opinião que outra pessoa, sempre deve respeitá-la.
É exatamente isso, o amor é diferente em intensidade, tipos, religiões, porém é o mesmo sentimento compartilhado. E devemos respeito a todos, mesmo não compartilhando das mesmas opiniões. Somos todos diferentes e é isso que nos fazem ser seres humanos, podemos raciocinar, portanto use o cérebro junto com o coração e não julgue a escolha alheia!
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