O ano está cada vez mais perto do fim e de vez em quando eu paro para pensar sobre o que me aconteceu. Com certeza, o que mais aprendi foi que uma história sempre tem mais de um lado. É fácil você julgar alguém sem passar pelo que ela está passando e não pensar sobre como isso afeta em cada coisa que fazemos na vida. Algumas vezes, tomamos atitudes que não se repetiriam se tudo não tivesse sido daquela forma. Quantas vezes não pensamos “e se?”.
Este ano passei por muitas situações em que depois fui obrigada a rever meus conceitos e me desculpar ou me transformar, pois, simplesmente, vi que não era daquele jeito que se fazia. Refiz, refiz e refiz, até acertar. Cada dia em que acordamos é um recomeço e uma forma de reaprender com os erros. É como se a vida fosse uma prova e cada dia uma questão, todo dia você precisa resolver uma, às vezes sabemos a resposta, outras vezes não, e algumas lembramos da resposta somente depois.
O importante é ser humilde porque ninguém gabarita a vida, não somos perfeitos e nem deveríamos, estamos constantemente em um prova, e possíveis falhas sempre ocorrerão. Não há nada que seja impossível de se resolver ou consertar.
A vida me parece um jogo de xadrez em que cada jogada você afeta a próxima, até o xeque-mate final.
Não existe volta, só maneiras de contornar ou o peão chegar à última casa para uma nova dama nascer.
Não se recua, a menos que você vá longe demais e precise se proteger, mas isso é uma maneira eficaz de dar mais passos à frente depois. E, infelizmente, é um pisando no outro para conseguir sua posição de destaque. Mas no final, dá um belo de um jogo
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